
A preocupação com o meio ambiente é cada vez mais importante para a melhoria da imagem institucional de empresas e projetos.
Até há bem pouco tempo atrás, a única alternativa mais ecologicamente correta para impressão de peças gráficas, era a utilização de papéis feitos com alguma porcentagem de fibras reutilizadas, os chamados papéis reciclados. Esses papéis, de fato produzem, em sua fabricação, um menor impacto ambiental apesar de absorverem mais tinta que os papéis normais.
No Brasil, algumas gráficas já estão obtendo junto ao FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal, em português) a certificação necessária para utilizar papéis provenientes de madeiras de reflorestamento, oriundas de um processo produtivo manejado de forma ecologicamente adequada, socialmente justa e economicamente viável. O FSC é uma organização não governamental e sem fins lucrativos com sede na Alemanha, que desenvolve padrões regionais, nacionais e internacionais ligados à responsabilidade ambiental. Impressos feitos nessas gráficas certificadas recebem o selo FSC, que confere à publicação o reconhecimento pela preocupação e atitude com a conservação ambiental.
Até mesmo na escolha dos tipos de letra a serem usados na publicação, já se pode fazer uma escolha mais ecológica. Uma empresa de comunicação chamada “Spranq”, procurava um método eficaz de economizar tintas das impressoras e, após algumas pesquisas, desenvolveu a Ecofont. Trata-se de uma fonte da família “TrueType” com pequenos furos que não prejudicam a leitura e economizam cerca de 20% de tinta se comparada as demais fontes.
A imagem que uma publicação ecologicamente otimizada confere a quem a publica é altamente positiva para um público cada vez mais consciente de que nos pequenos detalhes promovem-se grandes mudanças.




